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Caimti i.o I.XXX—Dos Iutoícop leitos de Henrique Barbosa daSilva filho de Heitor Barbosa da Silva,natural dailha de S. Miguel . . . I
« LXXXI—Como veio ter a esta ilha desconhecido I).
Jorge Pereira filho natural do Conde da Feira, notempo do capitão Manoel da Cantara
« CXXX1I—Do que aconteceo em Villa Franra do Cam-po no tempo do 2° terremoto, que houve na ilhade S. Miguel no ten po do capitão Manoel da Ca-mara . . . • • I
« LXXXIII—Do que se vio e aconteceo na villa do Nor-deste e seu termo no tempo do segundo terremo-to . . . ■ I
« LXXXIV—Do que aconteceo na Villa da Ribeira Gran-de no tempo do segundo terremoto . . t
•' LXXXV—Como da parte do Norte com força de fogo
arrebentou outro pico chamado do sapiileiro per-to da villa da Ribeira Grande , onde se declara aorigem dos biscoitos que ha nestas Ilhas e da pe-dra pomes ......
« LXXXVI—Da fundação do mosteiro de Jesus da villa
da Ribeira Grande , e como as Ire iras çom o se-gundo terremoto se saibram delle, e quando tor-naram para elle . . . . . I
" LXXXV1I— Do que aconteceo na cidade de Pont a Del-gada no tempo do segundo terremoto . . I
« CXXXVIII—Dos primeiros montes que arrebentaram
com o fopo que causou o segundo terremoto, ed’alguns damnos que fez na ilha . . f
« LXXXIX—De como se ia ver o topar do fopo e incên-
dio da serra, depois de se mitigar sua furia,e doque nisto aconteceo . • . t
*• LXXXX—Como depois do segundo terremoto, em tem-
po do capitão Manoel da Cantara, foram restau-rarias muitas terras de pão, que na banda do nor-te se cobriram com pedra pomes e cinzeiro; prin-cipalmente por industria de Manoel Vieira, cida-dão de Villa Franca ....
“ I.XXXX1—De uma praga que commumentc nesta ilha
de S. Miguel se chama alforra, que depois do se-gundo terremoto faz grande danmo nas searas ehortas . . . ■ . I
* LXXXX1I—Como se descobrio e fez pedra hurne nailha de S. Miguel .....
“ CXXXXIII—De alguns mineraes que ha, e se presume
haver na ilha de S. Miguel
” I.XXXX1V— Da vinda do licenciado Marcos Teixeira,inquisidor, a esta ilha no tempo do capitão Ma-noel da Cantara . . . . . I
f. 365 v.
f. 367
:m v.
. 373 v.'. 375 v.
f. 378
380 v.■. 382 v.
'. 384 v.
•. 387 v.
f. 3ÍI0
'. 3111 v.f. 304f. 306
396 v.