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sé Maria da Gamara Vasconcellos até ao n.° 60: do n.° 61 a 69 Manotd An-tomo de Vasconcellos (irmão do primeiroí: de 70 até 120 Francisco Xa-vier Corrêa: em 1837 Frederico Jacome Corrêa; depois F. J. P. de Macedo.O primeiro numero d’este jornal tem a data de sabbado 18 de abril de183o; consta unicamente dè duas paginas com o prospecto do jornal 0numero 2 appareceu com uma gravura em madeira reprezentando umAçor, com um papel no bico, que diz—Carta —e nas azas abertas, d’um la-do— Açoriano —e do outro—Oriental—que se diz ter sido aberta, pelo há-bil Manoel Antonio de Vasconcellos L)o nono anno em diante a pequenagravura do açor foi substituída por outra similhaute de maiores dimen-sões. A typographia constava d'um pequeno prelo de escriptorio, que deCoimbra trouxe o medico Antonio Ferreira Borralho em que se imprimi-ra ifaquella cidade a «Voz da Razão» em 1822, e d’uma pequena porçãode typo gasto e em péssimo estado, com que se imprimio até ao n.° 8, emmão papel almaço: I)o n." 16 em diante começou a ter tres col. j»or pag.em vez de duas que tinham os anteriores; notando-se desde então grandemelhoramento na parte material. O n." 4 lbi já impresso na rua do Peru,numero o, onde a typographiu se conservou por mais d’um anno e emquanto pertenceu a uma associação, que a trespassou com o jornal a Fran-cisco Joaquim Pereira de Macedo. _ ' o regularmente todos os
sabbados até 1879 em que falleceu Suas irmãs tem continuado a publi-cação até ao presente, em que conta mais de 63 annos de existência,sendo o mais antigo de todos os jornaes portuguezes. Editor e gerentedesde 1 de junho de 1879, José fgnacio de Sousa. Continua.
1331) Agrirullor .UicJittelenwe (Oj — Periodico dedicado á
illustração da classe agrícola açoriana, e especialmente a auxiliar os la-vradores inicbaeleuses divulgando . _ conhecimentos agronómi-
cos— Publicação da Sociedade Promotora da Agricultura Micliaelense. Co-meçou em 20 de outubro de 1843, e suspendeu em 20 de junho de 1845com 21 n."". Continuou a publicação em I de janeiro de 1848 e findou emmarço de 1862. Apparecia meiísalinente coui 20 paginas de duascolum-nas. São apreciáveis as collecções d’este jornal, e muito estimadas as queexistem. A primeira serie foi impressa em Ponta Delgada na Typ. da Ruado Provedor: tem 328 pag. iu-8.“ gr. A segunda na Typ. da Rua do Gar-cia, 51 ii."", 1 vol. com 832 pag. O l)r. Antonio Feliciãno de Castilho foiseu redaclor desde janeiro de 1848 atéaon.° 23 de janeiro de 1850.
1332) .intuiu «lo iiiiuM-uio— Com este titulo sahiram 2 nume-
ros, que não continham mais que uma folha com um retrato lytliographa-do, o 1." de Raphael Rordallo Pinheiro, o 2." de José Augusto da Costa Re-sende- O formato é maior o do «Binoculo », mas o texto concernen-
te aos retratos acha-se nos n."" 36 (6 de junho de 1883) e 39 do dito jor-nal. Ponta Delgada , Lytli. Lusitana.
1333) Aley*m —Periodico lilterario dos Açores publicado duas ve-zes por mez. Director A. Loureiro. Ponta Delgada , Typ. do «Ecco Social».% pag. a 3 col. N.° 1 de 1 de março de 1867: o 6." e ultimo do Hm de maioseguinte Collaboradores: A. A. Avellino, Alberto Telles, A. Ribeiro Gon-çalves,.Antonio Pereira, Bulhão Pato , B. J. de Senna Freitas, C. M. Froes.Èstaeio da Veiga, Ernesto Rebello, Felix ,1 da Costa, F. M. Supico, F. Xa-vier da Silva, G. Read Cabral, João Cândido de Moraes, J. Ramos Coelho,J. .1. da Graça Júnior, .1. llermeto G. d'Almirante, R. da Gamara, ThomazRibeiro , Vicente Machado de Faria e Maia. Xo l.° n.° declara ser a sequen-